A maioria das práticas trabalha em duas direções. O corpo tem seis, e é nas outras quatro que aparece o que a gente não treinou.
Duas horas para investigar o que acontece entre as posturas, que é onde o movimento realmente mora. Vamos trabalhar as bases — mãos, pés, antebraços, quadril — e o que muda em cada uma quando o peso troca de apoio.
Transições em todas as direções, mudanças de plano, entradas e saídas conduzidas com intenção em vez de impulso. Mobilidade onde falta amplitude, força onde falta sustentação, e a coordenação que costura as duas.
Você sai com um vocabulário de transições que funciona no seu corpo e um jeito novo de olhar para a própria organização — que serve tanto para praticar quanto para ensinar.








